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O Brasão de Armas

por Assessoria de Comunicação

23/02/2017 13:30

O Brasão de Armas

Brasão

 

O Brasão de Armas do Município é de autoria do heraldista Arcinóe Antônio Peixoto de Faria e tem a seguinte interpretação:

 O escudo samnítico, usado para representar o Brasão de Armas de Caeté, foi o primeiro estilo de escudo introduzido em Portugal por influência francesa, herdado da heráldica brasileira como evocativo da raça colonizadora e principal formadora de nossa nacionalidade.
A coroa mural que o sobrepõe é o símbolo universal dos brasões de domínio que, sendo de argente (prata), de oito torres, das quais apenas cinco são visíveis em perspectiva no desenho, classifica a cidade representada na Segunda Grandeza, ou seja, sede de Comarca.
A cor sinopla (verde) do campo do escudo é símbolo de honra, civilidade, cortesia, alegria, abundância; é a cor simbólica da esperança, e a esperança é verde porque lembra os campos verdejantes na primavera, fazendo esperar copiosa colheita.
Em abismo (centro ou coração do escudo) o escudete de jalde (ouro) com cinco merletas de sable (preto) postas em aspas, reproduz as armarias da Família Leme, lembrando no Brasão as figuras de seus fundadores, os irmãos João e Antônio Leme.O metal jalde (ouro) simboliza a glória, grandeza, esplendor, riqueza e soberania. A cor sable (preto) é o símbolo de austeridade, prudência, sabedoria, moderação e ciência.
Em ponta, o triplo mantel de jalde (ouro) representa a Serra da Piedade e a faixa ondeada de blau (azul) o córrego Caeté, que empresta o nome à Cidade. A cor do metal em que é representado o triplo mantel lembra a descoberta de ricas jazidas auríferas da região.
Como decorrência da própria opulência do ouro, Caeté foi palco da luta fratricida entre paulistas, bandeirantes e portugueses, em 1.707, fato marcante na história do Brasil, a conhecida "Guerra dos Emboabas".
Nos ornamentos exteriores do escudo, as figuras impolutas e intrépidas dos audazes bandeirantes, perenizando no Brasão de Caeté, a homenagem àqueles que foram os responsáveis pelo povoamento e desenvolvimento da cidade de hoje.
No listel de goles o vermelho, cor representativa da dedicação, amor-pátrio, audácia, intrepidez, coragem, valentia, inscreve-se em letras argentinas prateadas o topônimo identificador "Caeté" ladeado pelas datas "14-2-1714" da instalação solene da Vila autônoma e "13-11-1891" de sua elevação a Comarca. 

 



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